Diários de Uma Feminista. Tecnologia do Blogger.

Desconstruindo mitos sobre a assexualidade: o que é, o que não é?



Assexualidade não é celibato.
Assexualidade não é voto de castidade.
Assexualidade não é falta de libido.
Assexualidade não é trauma sexual.
Assexualidade não é doença.
Assexualidade não é moralismo.
Assexualidade não é (necessariamente) falta de sexo.
Insistir nos itens acima é acefobia. 

Assexualidade é orientação sexual, na qual a pessoa assexual pode não sentir atração sexual de jeito nenhum, pode sentir atração sexual apenas se tiver vinculo afetivo/emocional ou ainda pode sentir atração sexual de maneira rara ou circunstancial.

Existem assexuais que não fizeram nem pretendem fazer sexo.
Existem assexuais que já fizeram sexo e não gostaram.
Existem assexuais que já fizeram sexo e gostaram.

Não é o sexo ou a falta dele que determina a assexualidade.

Não existe só um tipo de assexualidade. Vários são os espectros dessa sexualidade, entre eles, os tipos mais comuns:


- Assexuais: pessoas que geralmente não sentem atração sexual por nenhum gênero. 

- Demisexuais: pessoas que só conseguem sentir atração sexual depois de formar um vínculo emocional (não necessariamente de natureza romântica).

- Gray-Assexuais (gray-a) ou gray-sexuais: pessoas que se identificam na área entre a assexualidade e a sexualidade. Seja porque sentem atração sexual de forma rara, apenas em circunstâncias específicas seja porque só sentem atração sexual com baixa intensidade, chegando a ser muitas vezes ignorável.

- Assexuais fluidos: pessoas que têm essa ramificação da assexualidade podem envolver mais de um dos espectros apresentados anteriormente, pois sua experiência com a atração sexual é fluida e circunstancial.

Não são meros "rótulos", são categorias identificatórias.

0 comentários:

Postar um comentário

Feminismo é a ideia radical de que mulheres são gente!